quinta-feira, 26 de março de 2015

A saudade que nunca passa

Os carros passam
As nuvens passam
As ondas passam
Os pássaros passam
As horas passam
Os dias passam
As semanas, meses, anos, passam.
A vida passa
O tempo passa
Só essa saudade que nunca passa.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Eu sou da terra

Poema dedicado ao meu querido estado de Mato Grosso, e baixada cuiabana
Eu sou da terra onde canta o sabiá!
Eu sou da terra onde nuvens passam carregadas;
Mas águas não caem!!
Eu sou da terra
Onde o chão arde;
Mas as mangueiras carregam!
Eu sou da terra
Onde águas não regam;
Mas flores florescem!

E é nessa terra 
Onde canta o sabiá ;
Onde as mangueiras carregam;
E flores florescem.

Eu vivo e sou feliz.

Doce manhã


Doce manhã!
Doce manhã de sereno!
Doce manhã
Que com o respirar de novos ares;
Nos concede o chamar de um novo dia;
Uma nova jornada, uma nova missão.

Doce manhã
Que da escuridão, nos leva;
E o resplandecer do sol, nos concede. 
Doce manhã
Na qual nosso corpo alimentamos,
 Com  o café da manhã;
Para nossas energias renovarmos,
E seguirmos no caminho, que nos leva,
Na missão de cada dia.
Doce manhã
Que a preguiça uma ducha, desperta.
O hálito refrescamos.
O cabelo penteamos.
Um perfume passamos.


Doce manhã
Que nos trás para um recomeçar,
De novo dia.

E nos faz respirarmos para uma,
nova jornada, uma nobre missão.

sábado, 14 de março de 2015

Lá em Coqueiral


Foi lá pras bandas de coqueiral 
Que eu fui feliz!
Lá tinha um rio
Lá tinha uma carroça
Lá tinha uma sela 
Lá tinha um curral
Lá tinha um galinheiro
Lá tinha um pomar
Lá tinha uma serra
Lá tinha uma roça
Lá tinha uma vila
Lá tinha um rio, onde eu banhava 
Eu pescava.
Lá tinha uma carroça
Que pelas estradas de chão; 
Com o meu avô eu passeava.
Lá tinha uma sela
Que pelo nobre cavalo; 
Os pastos eu percorria.
Lá tinha um curral
Onde bem cedo
Ia tirar leite das vacas.
Lá tinha um galinheiro
Onde eu ia buscar
Ovos para o almoço.
Lá tinha um pomar
Onde banana, laranja e goiaba
Debaixo do pé eu comia.
Lá tinha uma serra
Que
Eu gostava de subir
Lá tinha uma roça
Onde com meu avô 
Eu ia buscar mandioca
Para nos servir de pão
No café da manhã
Quando não tinha.
Lá tinha uma vila
Onde com meu avô e minha avó
As compras do mês
Nós íamos fazer.
Mas esse tempo passou como vento
E só saudades deixou
Meus avós de lá de mudaram
E para cidade grande vieram.
E lá para bandas de coqueiral
Nunca mais voltei 
Porém dessas lembranças
 Jamais me esquecerei.

O Sonho de um sonhador

Às vezes penso que,
Sou somente mais um sonhador
Se não tenho asas para voar 
Como alçarei voo?
Mas se deste sonho
Estou sonhando
Por que não aprender
A voar
Mesmo que quedas
Eu tenha
Corrigi-las aprenderei
E nas mesmas 
Não cairei
Talvez o topo
Não alcançarei
Mais morrerei 
Tentando-o
E sendo assim
Meu sonho de um sonhador
Não morrerá
Esse se perpetuará á outro
Sonhador
Sendo assim o sonho de sonhador
Gerará novos sonhadores
E meu sonho de um
sonhador
Não morrerá.
Autor : Jefferson Thiago

Folhas de outono

Folhas de outono que ao chão caem
Folhas que o tempo formou
Mais o vento levou
Folhas de outono que ao chão caem
Não serão em vão
Pois vidas ajudarão a nascer
Folhas de outono que ao chão caem
Folhas que o tempo formou
Mais o vento levou
Folhas de outono que ao chão caem
Não serão em vão.
Autor : Jefferson Thiago