domingo, 1 de abril de 2018


  1. Por que são tão complexo? Porque meu corpo tende á desequilíbrios existenciais, quando o meu corpo está sustentado em carne, tenho pão todos os dias, tenho casa, a água chega na torneira.Para ganhar o meu sustento só tenho que sentar e passar alguns tempos ali exercitando meu celébro. 
  2. Não tenho dores pelo corpo na ultima consulta meu estado estava em perfeito ritmo. Por que tenho sempre a estar sofrendo com desiquilíbrios existenciais?, sendo que os maiores mostros que tenho que caçar diariamente são pessoas, e não matar um predador todos os dias para não morrer de fome. Na verdade não há sofrimento não há crises, não há inimigos humanos.Pode ser porem meus instintos primitivos aptados, na sociedade de robos. Onde não há caças não há muitos riscos para se espor, os riscos são industrializados.Os mostros estão nas telas do celular do computador, e na competição predatória para seguir o conceito do ser humano ideal. Nascer e ter sucesso ''o sucesso pronto'', industrializado.

Por que sofro com amores digitais, sendo que nunca tive que lutar com nenhum homem na porrada para me tornar um alfa dominante no meu rebanho.Sendo que os amores foram todos  industrializados (Idealizados).

sexta-feira, 25 de março de 2016

Naquelas manhãs de neblina


Eu quero sair como um pássaro livre

Naquelas manhãs de neblina!
Soltar minhas asas ao vento e deixar-me, levar.

  • Quero adrentrar-me na cortina branca,
Mas não quero chegar ao fim

Que o vento que me faz sentir frio,
Leve-me para aquele vale,
Onde as folhas de seus galhos já caíram

Onde eu possa esconder-me dentro de um oco troco,

E por lá, sentir o vento no soprar da neblina

E fazer um coração pulsar e inspirar
Naquelas manhãs de neblina.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Aprender vivendo

O que me deixa um pouco chateado,
É ver pessoas tristes,  
e desanimadas com a vida.

Ora! se a vida é só uma oportunidade única 
De se aprender a viver

Por que  haver o desânimo?

Porque não, sempre estar buscando ser feliz 
Fazendo  coisas boas que lhe  interessa!

De sorrir e  ser gentil com as pessoas,
Mesmo não havendo retribuição!

Trabalhar não só por dever, 
Mais como uma oportunidade 
De aprimoramento próprio.

De amar não só por carinho,
E sim, como um suportamento de tudo e todos.

E sorrir diante das dificuldades, 
As enfrentando com bom ânimo.


A vida é só uma oportunidade, 
Que Deus nos dá 
De aprender a viver

Como muitos almejam 
alcançar o reino dos céus ?

Se não aproveitam a única oportunidade, 
Que Deus nos deu,
De aprender a viver! 

Pelas coisas boas, da vida.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Lírios

Aquelas gotas que entoaram 
Nos teus vastos campos lírios

Para mim elas também chegaram!

As pétalas que para ti,
Na primavera perfumaram
No meu caminho as encontrei

Aquelas rochas que ao relevo 
Em mim estavam, 
Só em ti encontraram refúgio!

Aqueles sonhos, que sonhei para mim,
Em ti estavam!

Nas serenas madrugadas,
Meus pensamentos para perto de mim, 
Você, me traziam.

No brandar da chuva,
Como em um feixe de luz!
Você de mim, ia lentamente
desaparecendo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pobre sabiá

 Aquele sabiá que lhe cegaram os olhos
Hoje aqui não canta mais!

Solitário nas frias madrugadas
Sussurra, em um tom de triste agonia 
Não sabendo, se novamente  o sol verá 

Pelas manhãs não sai mais
Entoando seu cântico 
Com um alegrar do dia

Pois só em tropeços!
 pode cair

Na escuridão não consegue achar seu refúgio

Pelas longas tardes por chuva, 
não implora mais.

Só me resta lembranças, de quando por chuva ele pedia,
E logo no céu, nuvens carregadas chegavam
Pela janela eu via, em um alto e oco tronco 
Se escondia e suas asas o corpo cobria

Pobre sabiá 
Te cegaram a vida
e a minha também.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Além da eternidade


Para lá há um lugar que muitos vão, e nunca voltam.
Onde os bons vão
 E bons para sempre ficam.
Um lugar em que o mal nunca os perturbará
Que a dor não existirá
Pois a alma quando em passagem não adoeceram
Para lá há um lugar, onde escuridão nunca existirá
Pois a luz plena irradia

Para lá há um lugar onde os bons vão, e nunca voltam.

Relatos de uma mãe

Relatos de uma mãe, que do seu ventre para ele deu vida.
E triste ao pó da terra lhe devolve.

Ninguém lhe amou  como eu amei
Sonhou como eu sonhei
Nunca lhe sorriram como eu sorri
Nem cuidaram como eu cuidei
E perdoaram como eu perdoei
Não choraram com sua partida
como eu chorei.
Amor, sonhos, felicidade, carinho e perdão lhe dei.
E com ele para terra se vão.