terça-feira, 22 de setembro de 2015

Eu não almejo riqueza

Eu não almejo riqueza
e sim a felicidade plena!

Um cantinho só para eu
e meu amor

Dias que não se tenha
preocupações e sim predomine
a normalidade

Um ranchinho que sossegado
eu possa pescar

Que gargalhadas sejam rotinas
e tristezas raras

Onde apertos de mãos haja sempre
Mas magoa nunca

Eu almejo a cada dia mais
 a humildade;
Onde se encontra
a felicidade.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Lua minguante

Lua minguante
Que nas noites de céu límpido
Se deita
Como quem quer dizer á humanidade
Repousem assim com eu me deito

Para que amanhã estejam preparados,
Para mais um um dia
Da longa jornada terrena

Onde quer que eu vá
Tu de mim, não desacompanha!

Entre milhões de estrelas
Seu brilho calmo, prevalece.

Sem ti a escuridão
Seria sombria e vaga

És esplêndida
Porque pela perfeita
Criação foi gerada

Para trazer á terra
Um precioso tempo
De paz e descanso.

sábado, 12 de setembro de 2015

Vale da lua


Qualquer dia vou embora 
para o vale da Lua 
Só eu e ela
Só ela e eu!

Vou construir uma casinha
simples, na imensidão branca.

Onde á noite
A lareira vai aquecer!

Pela janela 
Bem juntinhos observarmos;
O cair da neve
E o resplandecer do sol

Só eu e ela
Só ela e eu!

Qualquer dia vou embora para o vale da Lua 

Onde possamos corrermos juntos,
Sem rumo! 
Como dois bobos á se pegarem.

Só eu e ela
Só ela e eu!


Quando a tempestade, nos pegar
pelo caminho!
Ficarmos abraçados;
Para um 
ao outro acolhermos.

Qualquer dia vou embora; 
para o vale da Lua. 

Só eu e ela
Só ela e eu!.





sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Chora sabiá


Chora sabiá
Em seu cântico de chuva, que não vem

Pela vasta paisagem seca que se vê
Pelo horizonte encoberto de fumaça;
Em que matas, o fogo castiga.

Chora sabiá 
Pelos frutos, que não se seguram.

Chora sabiá 
Pelo ardente calor.

Chora sabiá 
Para que nuvens carregadas voltem logo
Para que a vida fique mais verde
E o ar fique mais límpido.

Para que tu sabiá! 
Volte á cantar  sereno nas manhãs; 
De neblina e orvalho

E não triste;
Nas tardes 
De ardente calor.