Eu quero sair como um pássaro livre
Naquelas manhãs de neblina!
Soltar minhas asas ao vento e deixar-me, levar.
- Quero adrentrar-me na cortina branca,
Mas não quero chegar ao fim
Que o vento que me faz sentir frio,
Leve-me para aquele vale,
Onde as folhas de seus galhos já caíram
Onde eu possa esconder-me dentro de um oco troco,
E por lá, sentir o vento no soprar da neblina
E fazer um coração pulsar e inspirar
Naquelas manhãs de neblina.



