sábado, 27 de junho de 2015

Ás Cinco da Madrugada


Braços; e Pés trêmulos que em passos rápidos!
Já caminham, ás cinco da madrugada.

Os passos das botas ao asfalto soam,
ligeiramente ao se olhar em cada esquina;
ruas sombrias e vazias.

Precinto laços de trevas
 O medo chega á estremecer;
Mas sigo firme, 
pois a confiança no senhor
do altíssimo já me trouxera até aqui.

Ao se aproximar da oitava rua do bairro, fumaça
já sai pela chaminé!
 E  lá  se prepara!
as primeiras formas de pães da manhã.

Ao ponto de ônibus chego, porém 

Meus olhos 
tendem á dormirem.