sexta-feira, 25 de março de 2016

Naquelas manhãs de neblina


Eu quero sair como um pássaro livre

Naquelas manhãs de neblina!
Soltar minhas asas ao vento e deixar-me, levar.

  • Quero adrentrar-me na cortina branca,
Mas não quero chegar ao fim

Que o vento que me faz sentir frio,
Leve-me para aquele vale,
Onde as folhas de seus galhos já caíram

Onde eu possa esconder-me dentro de um oco troco,

E por lá, sentir o vento no soprar da neblina

E fazer um coração pulsar e inspirar
Naquelas manhãs de neblina.

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